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Os Cristãos Católicos desde o início, nunca se utilizaram de artimanhas da oratória para converter o povo. Sobre isso, nos originais, alertava o apóstolo São Paulo: “Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o evangelho; e isso sem recorrer à habilidade da arte da oratória, para que não se desvirtue a cruz de Cristo” (1Cor 1,17). Mas, de onde veio e quando apareceu a LAVAGEM CEREBRAL, esse jeito escandaloso com gritos, fala frenética e gestos bruscos de “pregar”, usado pelas seitas protestantes?


Jonathan Edwards

Jonathan Edwards, presbiteriano, descobriu acidentalmente essa técnica durante uma cruzada religiosa protestante em 1735, em Massachusetts. Induzindo culpa e apreensão aguda e aumentando a tensão, os “pecadores” que compareceram aos seus encontros de “reavivamento” foram completamente dominados, tornando-se submissos.

Tecnicamente, o que Edwards estava fazendo era criar condições que deixavam o cérebro em branco, permitindo a mente aceitar nova programação.

O problema era que as novas informações eram negativas. Ele poderia então dizer-lhes, “vocês são pecadores! vocês estão destinados ao inferno!”. Como resultado, uma pessoa tentou e outra cometeu suicídio. E os vizinhos do suicida relataram que eles também foram tão profundamente afetados que, embora tivessem encontrado a “salvação eterna“, eram também obcecados com a idéia diabólica de dar fim às próprias vidas.

CHARLES G. FINNEY


Charles J. Finney, foi outro fundamen-talista protestante que usou as mesmas técnicas quatro anos mais tarde, em “conversões” religiosas em massa, em Nova Iorque. As técnicas são ainda hoje muito utilizadas pelos protestantes em cultos, e nas forças armadas dos EUA. Estudiosos acreditam que muitos pregadores protestantes não percebam ou saibam que estão usando técnicas de LAVAGEM CEREBRAL quando falam alucinados, com veemência e fazendo gestos bruscos. Edwards simplesmente topou com uma técnica que realmente funcionou, e outros protestantes a copiaram e continuam a copiá-la pelos últimos duzentos anos no meio protestante. E hoje eles abusam desta incessantemente na mídia, em busca de “conversões” (que lhes encham os bolsos). Esta é uma das maiores razões para o crescimento das seitas, especialmente na variedade televisiva e radiodifusão. (…) Exatamente no momento, quando o estado mental alfa for atingido, passarão com a “cestinha de coleta”. Ao fundo da igreja, o pastor assistente com sua “Voz Cadenciada” provavelmente estará incitando os presentes dizendo – sempre cerca de 45 vezes por minuto – algo do tipo: “Dê a Deus… Dê a Deus… Dê a Deus… Dê a Deus…”, e a audiência obedece. Pode ser que Deus não receba o dinheiro, mas seus ricos “representantes” vão. – (Fonte: Psychologie und Landmark Education – Extraído do discurso feito no Congresso Mundial da Convenção de Hipnotizadores Profissionais em Las Vegas, Nevada).




Daí notar-se que os “pastores” não são escolhidos pelo seu conhecimento teológico ou vocação, mas pelo seu malicioso malabarismo persuasivo da oratória (sabedoria da palavra) condenada por S. Paulo e que torna vã a cruz de Cristo (1Cor 1,17). Outro dia um desses quase matou de rir o povo da rua Estrada de cima – Goiana – PE, com sua voz ritmada e trêmula. Já outro parecia que narrava uma partida de futebol alucinado e berrando.

Sabendo que isso em nada representa a verdadeira conversão, condenam estas práticas (Tiago 1,26):

Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã”. Ou seja: É – VÃ – GÉLICA! Desconfie sempre de quem prega com voz ritmada e gesto brusco.

Foi claro, o bispo S. Paulo ao dizer: “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e poder, para que nossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.” ( 1Cor 2,4-5).


O profeta Jeremias alertava:

Por que prospera o caminho dos ímpios, e vivem em paz todos os que cometem o mal aleivosamente? Plantaste-os, e eles arraigaram-se; avançam, dão fruto; chegado estás à sua boca, mas longe do seu coração. Mas tu. Ó Senhor, me conheces, tu me vês e provas o meu coração para contigo; impele-os como ovelhas para o matadouro e prepara-os para o dia da matança.

Porque até os teus irmãos e a casa de teu pai, eles próprios se hão deslealmente procedem contigo; eles mesmos clamam após ti em ALTAS VOZES. Não te fies neles ainda que digam coisas boas”. (Jeremias 12,1-3,6)

(versículos conforme a bíblia protestante de João Ferreira).

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