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“Brasil pelas duas vidas”: manifestantes apoiam Estatuto do Nascituro e PEC da Vida e questionam ativismo abortista no judiciário

Passou em previsíveis brancas nuvens pela “grande mídia”, mas a 12ª Marcha pela Vida reuniu 3 mil pessoas na tarde da última terça-feira, 11 de junho, diante do Congresso Nacional em Brasília.

Os manifestantes percorreram cerca de um quilômetro e meio entre a Biblioteca Nacional e o Congresso expondo cartazes em defesa do direito à vida desde a concepção.

Promovida pelo movimento Brasil sem Aborto e enfatizando o tema “Brasil pelas duas vidas“, a iniciativa pediu a aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) e da PEC da Vida (PEC 29/2015), além de questionar o ativismo abortista que, via poder judiciário, procura impor a descriminalização do aborto no Brasil apesar da contrariedade de ao menos 78% dos brasileiros, que se declaram contra o assassinato de bebês em gestação.

Allan Araújo, secretário geral do Movimento Brasil sem Aborto, resumiu:

“O judiciário não é o poder competente para alterar a legislação. Cabe ao legislativo avaliar possíveis mudanças nas leis que tratam do aborto”.

Tramitam atualmente no STF duas ações principais que militam pelo aborto no Brasil:

  • a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5581, ajuizada pela Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), pedindo a legalização do aborto para gestantes que contraíram o zika vírus;
  • a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, proposta pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), pedindo a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, seja qual for a justificativa da gestante.
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